quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Meu retorno...


Olá Leitores!

Voltei ao blog depois de muito tempo pois quase ia desistindo dele, não temos leitores assíduos,meu outro blog está crescendo e o nº de leitores também, por isto dou mais atenção ao outro.Depois de ver uma linda história de amor na tv, resolvi tentar fazer algo parecido por aqui pensando tb numa magnífica obra de José de Alencar que releio várias vezes pois acho ela linda. É quase um Romeu e Julieta na versão brasileira. O livro se chama "O Guarani" escrito sob a forma de folhetins para o Diário do Rio de Janeiro entre os meses de janeiro e abril de 1857 que conta a história de um índio(Perí) e uma branca de classe alta(Ceci).Sou mais um dos fãs de José de Alencar e quando escrevo procuro me reportar aos tempos dele é mais ou menos o que vou tentar fazer a partir de hoje, começando a escrever um romance.Provavelmente um dia alguém se interesse em publicá-lo, mas não serei eu pois sei que existem várias histórias parecidas que se tornaram um livro, não escreverei nenhuma novidade " Nós, escritores nacionais, se quisermos ser entendidos de nosso povo, havemos de falar-lhe em sua língua, com os termos e locuções que ele entende, e que lhe traduzem nossos usos e sentimentos."( José de Alencar)

Lucas é um jovem rapaz com treze anos, possuí uma irmã mais nova chamada Raquel, os dois moram com a mãe.Seu pai é um jornalista que trabalha para uma revista policial e passa a maior parte do tempo viajando inclusive para o exterior. Lucas e Raquel estudam na mesma escola, ele na oitava série e ela na sexta, como a escola tem dois andares, ele estuda em cima e ela embaixo, os dois vão e voltam da escola juntos e se conversam no recreio.Os dois são muito unidos, inclusive qdo Raquel ainda era neném, só Lucas entendia o que ela dizia,servia de intérprete para os pais.Até os nove anos de Raquel os pais moravam juntos depois se separaram.

Estudam de manhã e enquanto estão na escola sua mãe está trabalhando numa farmácia. A tarde ficam sozinhos até as 15:00 qdo sua mãe retorna, pois trabalha em turno único(7:00 às 15:00). Quem faz o almoço é uma vizinha e qdo Lucas e Raquel chegam em casa um vai até a vizinha buscar a comida e o outro fica preparando os pratos talheres e mesa. Provavelmente os dois passarão o dia dos pais sem poder falar com o seu, que está na Venezuela fazendo uma matéria sobre a invasão de uma emissora de TV (Globovision) por soldados armados. A imprensa disse que não foi uma ordem do presidente, mas pouco acreditam nisto.O Presidente da Venezuela Hugo Chaves, até aprovou a prisão de uma militante política que estava envolvida com a invasão.

Apesar dos pais estarem separados Lucas e Raquel sempre estão acompanhando a carreira do pai e admiram.Dificilmente o nome do pai aparece, nas matérias, pois ele sempre usa pseudônimos.Por ser um jornalista dedicado a casos policiais o anonimato é uma forma de proteger a família e a si próprio. O último pseudônimo que ele usou foi Pedra. Sempre depois de pronta a matéria ele envia uma cópia para os filhos,às vezes antes de publicá-la, Raquel guarda todas embaixo da cama,na caixa do último sapato que ela ganhou dele.As matérias do pai inclusive, já ajudaram ela em pesquisas escolares.Ninguém sabe o motivo exato da separação dos pais,a mãe conta a versão dela e o pai a dele, o bom é que se dão bem.Cont...+

Ps:O desenho acima foi tirado do livro O Guarani(José de Alencar) A partir da próxima postagem sempre ao final colocarei o sinal " + " indicando que terá continuação.

Ass.Editor

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Lições da Política


Olá Leitores!


É muito mais fácil ouvirmos reclamações sobre algum político do que elogios, mas para quem gosta de ler iria se inspirar em muitos discursos proferidos no Brasil e um que me chamou a atenção foi um encontrado no bolso do casaco de Floriano Peixoto o segundo presidente do Brasil,reconhecido como o Consolidador da República, que encontramos no site http://www.politicaparapoliticos.com.br/interna.php?pagina=2&t=754356:


Nele encontramos iversos trechos onde ele deixa claro que fez muito pouco pelo país e o título de Consolidador da República deveria ser dado a Guarda Nacional, os corpos de polícias do RJ, a juventude das escolas civis e militares que derramou seu sangue genoroso para escrever as mais belas páginas da história de nossas lutas. No encerramento ele ainda diz se mérito existe nele ele não aalmeja outra coisa se não a prosperidade da República e a estima dos que sinceramente lhe consagram o amor.


O discurso é muito bonito e de uma simplicidade invejável, vale a pena ser relido várias vezes pois em cada trecho encontramos uma lição. Gde abraço à todos, sucesso e tranquilidade.


Ass.Editor

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Feliz Ano Novo!



Olá Leitores!


Final do ano está aí,muita coisa boa aconteceu e ainda acontecerá, queria encerrar este ano passando à todos os leitores um desejo de muito sucesso no próximo ano, que a felicidade reine em sua casa e que seus(as) amigos(as) sintam seu abraço, irradiado de energias positivas.Feliz Ano Novo à todos.

Tenho sede de Saber!

Quando um livro se abre,
O saber aparece e cresce
Saber sem cor,sem classe,
Um mundo diante dos olhos.

Nas páginas de uma obra,
A vida é explicada,
Vitórias são aclamadas,
Tristezas derrotadas.

Quanto custa o saber?
Muito menos do que parece,
Quem sabe algumas preces?
Ou apenas alguns minutos?
Dedicados ao aprender.

Viajamos por entre linhas,
Através das palavras,
Um dia é certo que chegaremos,
Muito mais longe que percebermos.

Conhecemos um lugar comum,
Imaginamos um lugar sonhado.
As palavras são pequenas,
O conhecimento é gigante.

O livro é um companheiro,
Daquelas noites de tempestades,
Também dos dias de saudades.
Saudades daqueles dias,
Que ficaram no passado.

Voltar atrás é difícil,
Recomeçar, bem mais fácil.
Aprender é viver,
Conhecer é crescer.
Tenho sede de saber!

(alexandrefigueiró-30/12/2008)
Ler é vida é cultura,escrever faz bem à saúde.Grande abraço e até ano que vem.
Ass.Editor

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Já é Natal,vamos curtir....


Olá Leitores!


Já é Natal,vamos curtir!

Que este reecontro com a felicidade,se repita por vários anos.

Vamos lembrar das coisas boas que estamos brindando,

Os bons momentos que passamos com a família,

O nascimento do Menino Jesus!

Se tínhamos algo que nos entristecia,

Hoje devemos esquecer.

Que São Nicolau (St.Klauss),

Que deu vida ao Papai Noel,

Abençoe a todos.

Não vamos usar o dia de hoje,

Para brigas e mágoas,

Deixe reinar a felicidade.

Compartilhe alegrias,

Estrelas brilham no céu,

Você brilha na Terra!
FELIZ NATAL!
Alexandre C. Figueiró

sábado, 6 de dezembro de 2008

Mês de Olavo Bilac


Olá Leitores!


Na última postagem trouxe até aqui a poesia de Castro Alves, O Poeta dos Escravos, agora trago até aqui Olavo Bilac (O. Braz Martins dos Guimarães B.), jornalista, poeta, inspetor de ensino, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 16 de dezembro de 1865, e faleceu, na mesma cidade, em 28 de dezembro de 1918. Um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, criou a Cadeira n. 15, que tem como patrono Gonçalves Dias , conhecido como Príncipe dos Poetas que viveu praticamente na mesma época de Alves.Em 1916, fundou a Liga de Defesa Nacional, entidade que tem como finalidade precípua robustecer o espírito patriótico dos brasileiros.


A Pátria


Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!

Criança! não verás nenhum país como este!

Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!

A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,

É um seio de mãe a transbordar carinhos.

Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,

Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!

Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!

Vê que grande extensão de matas, onde impera

Fecunda e luminosa, a eterna primavera!


Boa terra! jamais negou a quem trabalha

O pão que mata a fome, o teto que agasalha...


Quem com o seu suor a fecunda e umedece,

Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!


Criança! não verás país nenhum como este:

Imita na grandeza a terra em que nasceste!


(Olavo Bilac)
Por hoje é só pessoal registrem seus pensamentos patrióticos e grande abraço.
Ass.: Editor